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"FATALISMO DE JAPI-AÇU, EM SÃO LUÍS - A MINHA DEFESA À CULTURA E AO LENDÁRIO TUPINAMBÁ, NA FACULDADE SÃO LUÍS. O CENTRO DE ARTE PADECE, E O REGGAE, DESAFETO DA ALMA DO POVO MARANHENSE, GANHA SOCORRO, EM PASSEATA.
AÍ, JÁ É TOLICE!
" Herbert de Jesus Santos

JAPI-AÇU, O ÓRGÃO MUNICIPAL, QUE FORMOU INSIGNES ARTISTAS MARANHENSES, SUCATEADO


O Mestre Mário Meireles, em Apontamentos Para a História da Medicina no Maranhão, ascendeu a organização da expedição francesa para oferecer ao feito os requisitos primaciais de uma cidade, como, em 1.11.1612, a exibição de: “Um estatuto, um regimento próprio, uma constituição vale dizer outorgada pelo almirante François de Razilly, Sieur de d´Aunelles, e pelo vice-almirante Daniel de la Touche, Sieur de la Ravaridière, em nome do rei de França e Navarra, de quem eram loco-tenentes-generais, e em a qual definiram, prioritariamente, os deveres dos franceses em face dos direitos dos indígenas”. O insigne de História do Maranhão, França Equinocial, História da Independência do Maranhão, Holandeses no Maranhão, Os Negros no Maranhão, História do Comércio do Maranhão, História de São Luís (post-mortem), dentre outros luminosos da nossa historiografia, vai cercando todos igarapés, para subsidiar-nos até de que “São Luís há de ter sido, sem dúvida, a única das nossas capitais que em tempo tão remoto contou com a presença de um médico, de um cirurgião, aliás, entre os que testemunharam, formalmente, sua Fundação”. Na foto JAPI-AÇU, O ÓRGÃO MUNICIPAL, QUE FORMOU INSIGNES ARTISTAS MARANHENSES, SUCATEADO

O historiador exponencial dá nome e endereço: Era Thomas de Lastre, um dos signatários do abaixo-assinado na solicitação de que De Razilly regressasse a Paris, para dizer à regente e ao rei-menino (Luís XIII) “O sucesso da viagem, enquanto La Ravardière permaneceria no Maranhão a aguardar os reforços que aquele deveria trazer de volta”. Rezando pela cartilha do capucho Claude d`Abbeville (História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão e Terras Circunvizinhas, ou certidão de nascimento de São Luís, tradução de Sérgio Millet), o doutor De Lastre foi sacerdotal, igualmente, acudindo os lusos. Parece-nos, que, assim, cai por terra a frágil desconsideração de que os súditos de Maria de Médici não poderiam ser fundadores de São Luís, por causa de sua covardia em perigosas instâncias. Conversa para boi dormir! De Lastre, com autorização de La Ravardière, retornou ao campo –certamente, de batalha– acompanhado de um certo capitão Mallart, “a fim de que cuidasse dos feridos portugueses, que ele vira morrendo de seus ferimentos purulentos e fétidos.

A Carta do Dr. Francês – O excelso MM, meus peixes, não clama no deserto, e Maurice Pianzola, em sua História sobre a França Equinocial, sem perder a viagem, consolidou a assertiva com a transcrição da carta do supracitado médico redigida, às pressas, ao seu pai, no Forte de Santa Maria da Ilha do Maranhão, “Em a qual ele próprio informa que o filho mais velho de Jerônimo de Albuquerque foi ferido por três arcabuzadas, todavia eu o pensei e ele está quase curado, mas devo me demorar um mês mais ou menos. Tenho que acabar de cuidar dos outros. Há horríveis e monstruosos ferimentos”. Este livro de Pianzola é Les Peroquets Jaunes, em francês, o mesmo ayurujuba, para os tupinambás, ou seja, Os Papagaios Amarelos, pois eram ruivos e falavam, na gesticulação, pelos cotovelos.

História, a Mestra da Vida — Consta-nos que o corpo médico francês achava-se, ali, no Forte de Guaxenduba (Santa Maria), do inimigo, não no Saint-Louis, seu, não se percebendo aí nenhum gesto pusilânime, porém de humanitarismo. Uma ingenuidade bem que mereceria perguntas marotas: Quem foi para uma guerra, já com dois anos de França Equinocial em curso, sem conduzir um médico, para amenizar suas baixas, mereceria ser fundador de nossa Cidade? Tiveram medo dos exímios corsários franceses? Depois, a absorção do rejeito social de Lisboa, em degredo: homicidas, salteadores, proxenetas, meretrizes e diversos gajos sem verniz. Foi esta gente de “fina estampa”, que, fazendo fuxico ao reino, por um triz, não conduziu o Padre Antônio Vieira à fogueira da Inquisição, se não fosse bom de jogo de cintura, antes de esculachar que “Aqui até o Sol mente!”, e compor uma dupla imbatível, na Bahia, com o poeta Gregório de Matos Guerra, O Boca do Inferno.

Estrangeiro só quer o fim do indígena — O início da nossa urbe leciona que o intruso, em sua camuflagem, só pensa em ver o original em extinção, e usurpar sua relevância. Foi o que tirei de letra de uma arguição, à queima-roupa, do jornalista e professor do Curso de Comunicação (Jornalismo) da Faculdade São Luís, Pedro Sobrinho, se eu não acharia preconceituoso quem se posiciona (querendo dizer eu) contra o “reggae” (jamaicano, em inglês), numa palestra sobre Cultura Maranhense, ali, em 2009, eu convidado pela turma de formandos do ex-vereador Chico Poeta. Na fumaça da pólvora, amaciei a insinuação capciosa no coração, e recordei, para a plateia atenciosa, Japi-Açu,

O Principal (cacique tupinambá) da Ilha, que, depois de auxiliar os “amigos” estrangeiros, estes o ameaçaram com execução, por autorizar o suplício de uma das suas esposas que o traíra com o primeiro “pé de pano” (na gíria forjada pelo jornalista Eloy Cutrim) da nossa história, um indígena que brechou o maioral, festejando, com cauim (vinho de caju) à farta, a Fundação de São Luís. Japi teve absolvição, ao vociferar sua cultura e que eles (civilizados) inventaram a legítima defesa da honra, e se estivesse lúcido, sem a orgia excessiva, não se consumaria o desenlace. Fechei a minha explanação, ovacionado, acusando a gentileza da Faculdade São Luís, e sugerindo ao meu irmão de cor que temos cancha, com suficiência, para incensarmos, não o cantor estrangeiro Bob Marley, visionário, com alucinógeno na cachola, e sim o Herói Negro Cosme. Este, com a lucidez de criar escola de primeiras letras, em seu quilombo, armando as crianças para o melhor combate, enquanto era vedada Educação aos leprosos e cativos, e foi enforcado, pois contra o Império, na insurgência da Guerra da Balaiada (1838-41), a maior sublevação social brasileira, não sabida pelo Brasil, em grande escala, e já por poucas gerações de maranhenses.

Graças à professora Rosa Mochel — Enquanto as outras lideranças que fundaram São Luís são bem reverenciadas, em ruas, até em palácio, em reminiscência de Japi-Açu só o colégio, no Anjo da Guarda, e o centro de arte originado, em 1972, pela professora Rosa Mochel, no Diamante, com a translúcida vocação para a disseminação cultural, em áreas artísticas, quanto cerâmica, pintura, estilística, azulejaria, marcenaria, desenho, além de artesanato. Não permitamos sua extrema-unção em bem-comum, como na insistência à deslembrança do alteroso chefe Tupinambá!

DIRETORIA DA TERRESTRE DO SAMBA E FUNDADORES DO ANJO DA GUARDA ACERTAM O CARNAVAL DOS 50 ANOS
Blocos, banda, cantores e lançamento de samabas, na prévia que será ma Praça da Ressurireção

O aniversário de 50 anos do Bairro Anjo da Guarda acontecerá em 2018, mas, em reunião que contou com a diretoria da Escola Terrestre do Samba, da Estiva, na sede do Coco Pirinã, na Rua Costa Rica, na tarde de quinta-feira (11.10), a Comissão Organizadora da Festa programou, para não passarem em branco os 49 anos, uma prévia alusiva à data histórica, para os 27 e 28 próximos (sexta-feira e sábado), que assinalam a chegada dos primeiros removidos por força do incêndio das palafitas do Goiabal, do qual foram vítimas em 14.10.1968. Começando de tardezinha, na Praça da Ressurreição, na primeira noite (27), às 19h, haverá exibição dos blocos carnavalescos Kambalacho, Ritmistas da Madre Deus (falta confirmação com o presidente Bosco) e Os Tremendões, apresentação, com o intérprete Jean, do samba-tema em homenagem ao ator e teatrólogo Aldo Leite, do bloco Pau-Brasil, ao concurso do carnaval do ano que vem, e banda de forró e arrocha; na noite de 28, às 19h, Fuzileiros da Fuzarca (falta confirmação com a diretoria), show com o cantor e compositor Cesar Teixeira, Chico Mirim (falta confirmar), e sambista Zeca Melo, e, com o intérprete Jean, do Pau-Brasil, apresentação do samba-enredo ao carnaval 2018 da Escola Terrestre do Samba, que reverencia a origem do Anjo da Guarda (com sua herança cultural que veio com os trasladados); e fechando a noitada banda de forró e arrocha.

Num clima amistoso, proporcionado pelo entendimento, em que tudo é melhor, quando é bom para as duas partes, com a comunidade saindo vencedora, o presidente da Terrestre do Samba, Biné Bulhões, e o da Comissão Organizadora da Festa dos 50 Anos do Anjo da Guarda, Herbert de Jesus Santos, pactuaram em arregaçar as mangas, para a captação de recursos, em prol da montagem do enredo, em que envolverá também promoções festivas, lançamento do samba-enredo, em novembro, na sede da agremiação, na Estiva, que dará sequência às rodas de samba, para a composição ficar na boca do povo. Biné Bulhões, ontem, falou dos elogios que o samba-enredo vem recebendo, enquanto o presidente do Pau-Brasil, Pedro Batista Ferreira dos Santos (Pedro Cego), considerou o samba-tema do seu bloco, bonito e emocionante, em reverência a Aldo Leite, qual o da Terrestre do Samba, com o jubileu de ouro do Anjo da Guarda, com inspiração de uma mesma fonte: os dois são da autoria do jornalista, poeta e compositor Herbert de Jesus Santos (Betinho), que assinou sambas-enredos antológicos, como: De Poeta e Louco, Todos Nós Somos um Pouco, mas Genial e Errante só Guesa, vencedor nas eliminatórias da Favela do Samba e no concurso das escolas de samba, em 2004; A Festa de São Pedro, em coautoria com Godão e Bulcão, para a Turma do Quinto, em 1994; e fez Origens e Lendas de São José de Ribamar, com que o Pirara do Samba, campeão, passou para a elite do Grupo A, em 1979. Participaram do encontro decisivo: Biné Bulhões, com sua esposa, boa parte da diretoria da Terrestre do Samba, e o carnavalesco Joardson; e pela Comissão Organizadora da Festa dos 50 Anos: Herbert, Pedro Cego, Martinha, Rosa, Murilo e Welton; e Marquinho (presidente do Coco Pirinã), Papa-Légua (carnavalesco do Kambalacho e Pau-Brasil) ) e Wilson Pepê Júnior (carnavalesco do Pau-Brasil).

CARNAVALESCOS E COMISSÃO ORGANIZADORA DO JUBILEU DE OURO: FESTA COMEÇARÁ JÁ EM 27 E 28 DE OUTUBRO, NOS 49 ANOS e CANTOR E COMPOSITOR CESAR TEIXEIRA VAI FORTALECER O ANJO DA GUARDA, COM SUA FORÇA MUSICAL DE BANDEIRA DE AÇO À ORAÇÃO LATINA


PASTOR DE SÃO JOSÉ PROCURA MECENAS PARA BRILHAR (JP Turismo/Jornal Pequeno, 20.10.2017) MAIS NO CICLO NATALINO, EM RIBAMAR E EM SÃO LUÍS


Novamente a perseverança e a esperança se uniram, para encenar o Pastor de São José, em São José de Ribamar, graças ao idealismo cultural da professora Maria da Conceição Paixão Silva e o entusiasmo de jovens estudantes locais, desde já em busca de apoio ao ciclo natalino, para não ficar só na residência da criadora do conjunto, na Rua João Alves Carneiro, a popular Rua do Fio, n.º 260. O talentoso conjunto teatral se vale, mais uma vez, do JP Turismo, já para ser reintegrado às chamadas e ao cortejo promovido pela Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), tendo já uma estrada de 27 anos, assim como a companhia teatral faz com competência e dedicação encenações da Paixão de Cristo, na Semana Santa, e Desejo de Mãe Catirina, no São João, numa casa de artistas cênicos e sambistas, com as despesas para a confecção de fantasias saindo das próprias economias da mestra aposentada.

Com a finalidade de teatralizar, através da dança e do canto, o Nascimento de Jesus, o Pastor de São José vem desenvolvendo na comunidade ribamarense o interesse pelas atividades voltadas à arte cênica, visando ao engrandecimento da cultura popular, em suas diversas modalidades e aplicações. Idealizado no começo da década de 1990, com o objetivo de reativar e divulgar o pastor ou pastoril, quase esquecido, no município, a manifestação representa a trajetória da vinda do Salvador ao Mundo, sempre emocionando suas plateias, enquanto contribui para o fortalecimento deste patrimônio coletivo, herdado do tempo dos nossos avós. “Este folguedo teve suas primeiras apresentações à nossa população, no início dos anos de 1990, com jovens (moças) da comunidade, que se revezavam nos papéis masculinos e femininos, pois, na sua origem, homens eram somente os músicos do acompanhamento! ”— recordou, comovida, a sua criadora. Brilharia no Arthur Azevedo e Palácio dos Leões — Sem apoio oficial, e devido o considerável custo da montagem, o Pastor de São José teve suas atividades suspensas, retornando em 1999, com a inclusão de atores do sexo masculino, mantendo-se, com mais força de vontade que de solidariedade política, em espetáculos com dezenas de personagens, sendo obrigado a retirar os seis músicos que havia, por motivos óbvios, em suas exibições, tendo a animação de som mecânico, onde é possível.

“Tivemos tempos de mais apoio, e apontamos o Sioge, por intermédio do jornalista e escritor Herbert de Jesus Santos, o compadre Beto, funcionário da casa, quando apresentamos até no auditório daquela repartição estadual”!— enfatizou D. Conceição Silva. Herbert aproveitou o ensejo, para solicitar “Uma contribuição de suma importância ao Pastor de São José, entre outras tradições da cultura ribamarense, ao prefeito Luís Fernando Silva, já que ele fez sua campanha vitoriosa, acenando para a reconstrução de São José de Ribamar”. Ele acrescentou: “Quando assisti ao Pastor de São José, em dezembro do ano passado, no quintal da residência da dirigente, a parabenizei com o elenco, otimizando que faria bonito, no Teatro Arthur Azevedo e até no Palácio dos Leões, para o governador Flávio Dino e seu secretariado, numa confraternização natalina. Pelo menos, há uma semana solicitei que o diretor do TAA, Celso Brandão, ajudasse os moços artistas ribamarenses, a voltarem a ter registro na Sectur e com uma apresentação na nossa mais importante casa de espetáculos, e o Pastor de São José ainda aguarda resposta!” Contatos para apoio — Para fazer a chamada, com solicitação de exibição do Pastor de São José, ou para subsidiar sua permanência, os contatos deverão ser feitos aos telefones 987440717 (com Paulo Roberto Paixão Silva) e 987148748 (com Júlio Paixão Silva).


A MESTRA E FOLCRISTA CONCEIÇÃO SILVA, ENTRE PERSONAGENS DA MANIFESTAÇÃO CULTURAL. MUDA O ELENCO, E O TALENTO E ALEGRIA PERMANECEM CONTAGIANTES NOS JOVENS ATORES RIBAMARENSES

BOI MIMO DE SÃO JOÃO (BOI DE MARTINHA) VAI GUARDAR(JP Turismo/Jornal Pequeno, 20.10.2017) MEMÓRIA DO CANTADOR NORBERTO COM CD DE TOADAS

NORBERTO (AO MICROFONE), ÁS NO BOI E NO TAMBOR DE CRIOULA: ATRÁS, UM BRINCANTE,“ BENZENDO O CORPO” COM UM GRODE

A diretoria do Boi Mimo de São João (Boi de Martinha), sotaque de matraca, encontrou a maneira mais bonita e relevante para guardar a memória do seu cantador Norberto: está planejando a gravação de CD de toadas, no mais breve possível, com suas mais emocionantes composições, em sua trajetória artística, na voz dos amos da brincadeira, Domingos Alves e Murilo.

Norberto, que era carpinteiro e lavrador, faleceu na sexta-feira retrasada, em Baicuí (Icatu), aos 62 anos, após cair de um telhado de casa em que fazia reparos, quando fraturou a coluna, ocorrendo o seu sepultamento, no cemitério local, na tarde do domingo, com grande comoção e acompanhamento de parentes e amigos, inclusive, integrantes de bumba-bois de São Luís. Conforme a dirigente do Boi Mimo de São João, a folclorista Martinha Cruz dos Santos, Norberto cantou no brinquedo 12 anos, em Icatu, e também, quando este veio para o seu atual terreiro, ao lado da residência dela, na Rua Colômbia, quadra 14, casa 22, no Anjo da Guarda, em que se acha há um ano.

Martinha, que mora desde os 1970, no Anjo da Guarda, egressa de Icatu, onde nasceu, explicou que o mimoso foi criado por seu pai, José Tomás (Zequinha de Militão), que passou para ela, antes de morrer, há poucos meses. Lembrando ainda o já saudoso Norberto, concluiu: “Ele era também compositor e cantor de toadas de tambor de crioula, e frequentemente vinha à minha casa, quando não faltava com animação para coureiras e tocadores.” Foto: Arquivo do Boi de Martinha NORBERTO (AO MICROFONE), ÁS NO BOI E NO TAMBOR DE CRIOULA: ATRÁS, UM BRINCANTE,“ BENZENDO O CORPO” COM UM GRODE

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Herbet de Jesus Santos é poeta, escritor, jornalista, pesquisador, e folclorista. Passa a escrever em Portosma sua coluna de variedades com periodicidade semanal, com atualização às quintas-feiras.