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Refugiados africanos são resgatados e desembarcam em São José de Ribamar
A Polícia Federal investiga a suspeita que pode se tratar de tráficos humano para trabalho escravo


Refugiados sendo resgatados em São José de Ribamar
Um barco com refugiados de origem africana foi resgatado por pescadores em Camocim, no Estado do Ceará, e rebocado para o município maranhense de São José de Ribamar. Vinte e cinco pessoas, que estavam a bordo, desembarcaram, com apoio da Marinha, na noite deste sábado (19), no cais da cidade balneária de São José de Ribamar. Em entrevista à Rádio Timbira, o secretário Francisco Gonçalves (Direitos Humanos) afirmou que a embarcação já estava sendo monitorada pelas autoridades estaduais e federais, desde que foi encontrada pelos pescadores. O barco seria rebocado até o Porto do Itaquí, mas as avarias na embarcação não permitiram que o procedimento planejado se concretizasse. “Segundo o comandante da embarcação pesqueira, o barco não está em condições de seguir até o Porto do Itaquí. As demais agências governamentais já foram acionadas para adotar os procedimentos para garantir lugar seguro, água e alimentos para os refugiados, pois já estão há muito tempo naufragados”, afirmou o Tenente Alves, da Capitania dos Portos, um dia primeiros a chegar ao cais ribamarense.

Informações iniciais dão conta que a embarcação teria enfrentado uma tempestade e ficou à deriva, sendo resgatada por um barco pesqueiro cearense. O secretário Francisco Gonçalves afirmou que após o cumprir os ritos legais os haitianos deverão receber ajuda humanitária do governo do Estado, de acordo com os tratados internacionais. “Vamos dar assistência à saúde, hospedagem e alimentação até que a Polícia Federal e o ministério da Justiça definam o status desses refugiados no Brasil”, explicou. De acordo com informações preliminares, as vítimas estariam migrando em razão de conflitos na África. Marinha e Polícia Federal, além de órgãos estaduais, como as Secretarias de Estado da Saúde; de Desenvolvimento Social; De Direitos Humanos; Emap (Empresa Maranhense de Administração Portuária), Corpo de Bombeiros foram acionados para acompanhar o desembarque dos refugiados. Os africanos recebem os primeiros atendimentos ainda no porto de Ribamar, antes de serem encaminhados para fazer uma avaliação médica em um hospital de São Luís.

A Marinha vai abrir inquérito administrativo para apurar as circunstâncias do naufrágio para verificar se a embarcação tem inscrição nacional ou estrangeira, além de informações sobre o responsável pela embarcação. Até a noite de sábado, todas as informações eram ainda preliminares, uma vez que a prioridade seria resgatar e garantir a sobrevivência dos refugiados.

NOVA VERSÃO De acordo com o Blog do jornalista Garrone, que cita como fonte o radialista Marcus Saldanha da Rádio Timbira do Maranhão, a Polícia Federal está investigando a suspeita que, baseada na presença de dois cariocas entre os africanos resgatados, tratar-se de tráfico humano. Segundo a publicação, a Polícia Federal trabalha com a hipótese de que os 25 africanos que estavam em um catamarã resgatado por um barco pesqueiro em alto mar próximo à cidade de Camocim no Ceará e conduzido para o porto de São José de Ribamar, seriam vítimas de tráfico humano realizado pelos dois cariocas, que também estavam na embarcação que saiu do continente africano com destino ao sudeste do País.

Segundo suspeita a PF, eles seriam utilizados em trabalho escravo em São Paulo e no Rio de Janeiro. Mas uma tempestade danificou o catamarã e o grupo ficou à deriva em alto mar. Na versão da dupla brasileira, eles foram buscar um catamarã em Cabo Verde e quando retornavam ao Brasil, encontraram e acolheram os africanos que estavam entregues à própria sorte depois que uma tormenta praticamente destruiu o barco com que pretendiam aportar na costa brasileira. Os dois cariocas foram conduzidos para sede da PF e os africanos, em sua maioria da Nigéria, Senegal e Guiné receberam documentações provisórias e foram fazer uma avaliação médica em um hospital de São Luís, antes de serem encaminhados para o ginásio Costa Rodrigues,  providenciado como abrigo pela secretaria de Direitos Humanos do governo do Estado.

De acordo com os primeiros atendimentos que receberam ainda no porto de São José de Ribamar, o estado de saúde dos “refugiados” foi considerado boa, e apenas um deles apresentava um machucado na cabeça. O comandante da embarcação que resgatou os “refugiados”, Moisés dos Santos, disse que um deles afirmou que estavam cinco dias sem comer e , que antes de acabar o estoque de comida, se alimentavam com dois biscoitos por dia. Sem confirmar a suspeita da polícia, os africanos que falam português disseram apenas que possuíam parentes no Brasil e esperavam encontrá-los para iniciar uma nova vida no País. Segundo informou o delegado da PF, Roberto Chaves, os refugiados pagaram em ouro e entre 700 euros e 800 dólares pela viagem.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Rádio Timbira/Blog do Garrone
Data da Notí£©a: 20/05/2018

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