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Sobe para 124 o número de praias atingidas em todo o país por manchas de óleo e piche
Capitania dos Portos do Maranhão emite Nota Oficial desmentindo manchas de óleo em praias do litoral maranhense


Manchas de óleo chegam ao litoral maranhense
Número de localidades afetadas pelo petróleo, que chegou à costa brasileira no começo de setembro, continua aumentando. Último estado livre das manchas no Nordeste, a Bahia foi um dos estados mais afetados, prejudicando, inclusive, o Projeto Tamar. Ibama e Marinha confirmaram a contaminação. No Maranhão, já são cinco os locais onde as manchas de óleo prejudicam o ecossistema, principalmente nas cidades de Alcântara e Santo Amaro, segundo a Secretaria de Meio Ambiente do Estado.

No total, já são 124 praias atingidas por manchas de óleo no Nordeste, segundo o último balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), publicado no final da última semana. Oficialmente, 59 municípios foram afetados em 8 estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.  

Apesar de não constar no balanço oficial do Ibama, a Bahia também foi afetada. O estado era o único do Nordeste que não tinha registros do problema até então. Na última quinta, as manchas de óleo chegaram ao litoral norte do estado, segundo o Projeto Tamar, que atua na preservação de espécies marinhas em extinção na região. Ao fim da manhã, Ibama e Marinha também confirmaram a contaminação, que deve ser incluída no próximo balanço oficial do governo federal.

De acordo com o biólogo João Arthur, ouvido pelo Porta G1, há ao menos dois pontos de contaminação no estado: Mangue Seco, na cidade de Jandaíra; e Siribinha, no município de Conde. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) da Bahia informou que técnicos estão a caminho do local. O mesmo deve acontecer no Maranhão, onde as cidade turísticas de Santo Amaro e Alcântara tiveram suas praias invadidas por manchas de óleo cru e pesado.

Segundo o relatório do Ibama, o maior aumento foi no estado de Sergipe: no último balanço, apenas 4 praias no estado haviam sido atingidas. Agora, já são 10. Dentre as 124 praias afetadas em todo o Nordeste desde o início de setembro, 10 estão em processo de limpeza, 70 ainda tem manchas visíveis e 44 já estão livres da substância na areia. Pelo menos 12 animais foram atingidos pelo óleo – nove tartarugas e uma ave foram encontradas mortas ou morreram após o resgate.

Uma investigação do Ibama aponta que as manchas são de petróleo puro e que todas as amostras têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele veio. Em nota, a Petrobras afirma que o material não é produzido pela companhia. A suspeita é que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região, segundo a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que está analisando imagens de satélite da costa. A pesquisa, no entanto, ainda está em estágio inicial. As manchas começaram a aparecer no início de setembro. Até quinta-feira (26), eram 99 localidades atingidas. Na sexta (27), o número subiu para 109. No domingo (29), chegou a 113 e na terça-feira (1) foi para 115. Agora, já são 124 praias afetadas.

Confira quantos locais foram atingidos em cada estado

Alagoas: 13 locais; Ceará: 10 locais; Maranhão: 11 locais; Paraíba: 16 locais; Pernambuco: 19 locais; Piauí: 2 locais; Rio Grande do Norte: 43 locais; Sergipe: 10 locais; Bahia: 2 locais.

Origem da substância Na terça-feira (1) uma reunião foi realizada no Recife com representantes de seis dos nove estados nordestinos para discutir estratégias para diminuir os impactos das manchas de óleo. Na reunião, os estados decidiram protocolar, em conjunto, uma denúncia sobre o caso, a ser enviada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. A Polícia Federal do Rio Grande do Norte comunicou que um inquérito foi instaurado para investigar a origem das manchas. A apuração sobre a possibilidade da ocorrência de dano ambiental começou no mês passado. Há suspeita de que a contaminação tenha relação com navios petroleiros. A hipótese é que algum deles tenha efetuado uma limpeza nos tanques e despejado os rejeitos no mar.

O trabalho de investigação envolve analisar imagens de satélite que abrangem 187 quilômetros do litoral dos estados de Pernambuco e Paraíba se estendendo a todo o litoral Nordestino. Segundo as autoridades, embora haja uma suspeita das manchas terem sido liberadas por embarcações venezuelanas, ainda não é possível apontar quais navios podem ser responsáveis pela tragédia ambiental porque a análise está em estágio inicial. "Com essa varredura das imagens de satélite a gente identificou os pontos no mapa que podem ser navios, e aí estamos analisando a existência de pontos pigmentados ao lado desses possíveis navios. Esses pontos coloridos podem ser realmente manchas de óleo, mas também podem ser cardumes de peixe ou concentrações de alga, por exemplo. São várias possibilidades", explica um dos cientistas que faz parte da Força Tarefa montada no estado de Pernambuco.

As manchas encontradas são de um óleo grosso, quase um piche. Pode ser rejeito de um navio após a limpeza dos tanques. Muitos navios continuam fazendo isso e deve ter caído em uma corrente marítima, apesar de a prática ser proibida em todos o mundo por resoluções da IMO. De acordo ainda com os especialistas, com a identificação das correntes marinhas, existe a possibilidade de identificar o navio que fez a referida rota e tentar rastrear se o piche encontrado nas praias faz parte do combustível das embarcações. Pelas resoluções vigentes no mundo e no Brasil, o produto deve ser descartado nos portos, onde empresas especializadas recolhem o material e dão os destino adequado de acordo com as Normas de cada porto e e/ou terminal.

No final da tarde de ontem, segunda-feira, 08, a Capitania dos Portos do Maranhão emitiu uma Nota Oficial desmentindo a informação do Portal G1 e do IBAMA Nacional que incuiu o Estado onde algumas praias - de Santo Amaro e Alcântara - haviam sido atingidas pelas manchas de óleo. Leia a íntegra da Nota Oicial:

MARINHA DO BRASIL
COMANDO DO 4º DISTRITO NAVAL
CAPITANIA DOS PORTOS DO MARANHÃO
Av. Dom PedroII, nº2, Centro
CEP: 65010-450 – São Luís – MA


NOTA À IMPRENSA


São Luís-MA, em 08 de outubro de 2019.


O Comando do 4º Distrito Naval, por intermédio da Capitania dos Por-tos do Maranhão (CPMA), informa que não tem conhecimento da existência de manchas de óleo no mar, ativas, no litoral maranhense.

A CPMA contatou o IBAMA na presente data e foi informado de que não há fato novo sobre o assunto, no Estado do Maranhão.

Os dois únicos episódios de derramamento de óleo que a Capitania dos Portos do Maranhão tomou conhecimento foram os de Araioses e Alcântara/MA. Nos dois eventos foram coletadas amostras dos resíduos encontrados nas praias e encaminhadas ao Rio de Janeiro, para análise. As referidas praias estão limpas.

A CPMA disponibiliza os seguintes canais de comunicação para receber denúncias, reclamações e sugestões da população: cp-ma.faleconosco@marinha.mil.br, e os telefones 08000988432 e (98) 2107-0721.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Ibama/Portal G1
Data da Notí£©a: 08/10/2019

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