Hoje é terça-feira 07 de abril de 2020, dia do Corretor; dia do Jornalismo; do Médico Legista e dia Mundial da Saúde # Por determinação do Governador Flávio Dino, publicada na tarde desta sexta-feira, 03, o comércio de São Luís deverá reabrir as portas dia 12 de abril e as aulas retornarão somente no dia 26.
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Petroleiros anunciam pausa na greve para avaliar as propostas da Petrobras
A orientação faz parte da estratégia da Federação Única dos Trabalhores - FUP para todos os sindicatos


As assembleias dos grevistas do setor petroleiro aprovaram a suspensão provisória da paralisação que atinge a categoria. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e as direções de centrais sindicais aprovaram o indicativo para a suspensão da greve na Petrobras, decisão ratificada nesta quinta-feira, 20. A medida busca cumprir a exigência para a abertura de negociações com a empresa. As conversas serão mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o primeiro encontro está marcado para sexta-feira 21, em Brasília. A suspensão da greve se deu para que os grevistas possam participar da negociação de intermediação com o ministro do tribunal Ives Gandra Martins Filho.

Os treze sindicatos afirmam que a suspensão prova “a disposição de se dialogar com a Petrobras. Os grevistas acampados na sede da empresa, Deyvid Bacelar, Cibele Vieira, Tadeu Porto e José Genivaldo da Silva vão deixar o prédio no centro do Rio de Janeiro ainda na noite desta quinta. “Decidimos manter o nível de mobilização até hoje, para chegarmos a essa negociação fortalecidos”, diz Bacelar, que é diretor da FUP.

Em nota, a federação elogiou os grevistas e afirmou que a mobilização “garantiu” a suspensão das demissões em uma subsidiária da Petrobras no Paraná – determinada na terça-feira pela Justiça – e a abertura das negociações. “Conseguimos um canal de negociação que só foi possível por conta da força da greve”, diz Deyvid Bacelar, diretor da FUP. O comunicado da federação diz ainda que “o momento é de acumular forças para buscar o atendimento da pauta de reivindicações”. A FUP frisa que a interrupção da greve é “provisória” e que a paralisação será retomada caso não haja avanço nas conversas.

A categoria protesta contra demissões, contra a privatização de ativos da Petrobras e contra a política de preços dos combustíveis da estatal. Os trabalhadores também afirmam que a companhia descumpre acordo coletivo de trabalho. De acordo com a estatal, todos os compromissos assumidos na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2019-2020 vêm sendo cumpridos por parte da empresa. Segundo a FUP, a greve será retomada caso não haja avanços na mediação feita pelo TST.

VEJA TAMBÉM

Ministro do Tribunal Superior do Trabalho considera ilegal greve dos petroleiros

O ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), decidiu hoje (17) considerar ilegal a greve dos petroleiros da Petrobras, iniciada há 17 dias . Cabe recurso contra a decisão. A previsão é de que o dissídio coletivo seja julgado pelo TST no dia 9 de março.

Na decisão liminar, o ministro também autorizou a estatal a impor sanções disciplinares contra os grevistas, entre elas, corte de salário e demissão por justa causa como forma de garantir o cumprimento do efetivo de 90% dos petroleiros trabalhando para não interromper a produção da Petrobras.

Na decisão, Ives Gandra Filho entendeu que a greve é abusiva porque não foram cumpridas diversas determinações de outras liminares concedidas à empresa para garantir as atividades.  

“As medidas judiciais até o momento deferidas, concernentes a bloqueio de contas bancárias e autorização de retenção de repasse de mensalidades associativas e contratação emergencial de pessoal não têm surtido efeito em coibir os abusos, até porque a maioria das entidades sindicais, cientes das ordens judiciais, promoveram esvaziamento prévio de contas, a par de se ter notícia da hostilização de trabalhadores contratados em caráter emergencial”, disse o ministro.

A greve foi deflagrada para protestar contra as demissões que devem ocorrer na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR), que deve ser fechada pela Petrobras. Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a suspensão das atividades vai provocar a demissão de mil trabalhadores. De acordo com a FUP, o acordo coletivo de trabalho não está sendo respeitado pela estatal.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Agencia Brasil
Data da Notí£©a: 18/02/2020

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