Hoje é terça-feira 07 de abril de 2020, dia do Corretor; dia do Jornalismo; do Médico Legista e dia Mundial da Saúde # Por determinação do Governador Flávio Dino, publicada na tarde desta sexta-feira, 03, o comércio de São Luís deverá reabrir as portas dia 12 de abril e as aulas retornarão somente no dia 26.
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Marinha do Brasil monitora operação de transferência de óleo entre os navios da Polaris
De acordo com informações da empresa, agora se inicia etapa de estudos de salvatagem do navio




Notícia atualizada as 21h53 do dia 07 de abril de 2020.

A Marinha do Brasil (MB) informa que realizou nesta terça-feira (7), por meio de videoconferência, a 38ª reunião de coordenação na Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), com a participação de representantes da Vale S.A., Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Agentes Marítimos.

Informações relevantes:

a) A segunda etapa da transferência do óleo combustível proveniente do NM Stellar Banner foi iniciada na manhã deste dia 7. Até às 18h foram bombeados 130m³ de óleo combustível que estavam armazenados no HOS Brass Ring para o NM Stellar Iris.



b) O Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi” foi substituído pelo Navio-Patrulha “Bocaina” que está na área do encalhe realizando o controle de embarcações e coletando amostras da água, confirmando a ausência de resíduos oleosos.

c) Não há vestígios de óleo na área. O monitoramento tem sido realizado por meio das aeronaves, drones e embarcações nas proximidades do NM Stellar Banner. Nas fotos acima o HOS Brass Ring transferindo óleo combustível retirado do SB  para o NM Stellar Iris e o Navio-Patrulha Bocaina, da Marinha do Brasil, monitora poluição hídrica e realiza controle de embarcações

Atuaização da notícia pelo Boletim Oficial da Marinha, 01.04.2020

A primeira etapa da transferência do óleo combustível proveniente do NM Stellar Banner
foi finalizada hoje (1º). O óleo combustível que estava armazenado no ALP Defender foi totalmente bombeado para o NM Stellar Iris.




Atuaização da notícia pelo Boletim Oficial da Marinha, 28.03.2020

Na tarde desta sexta-feira (28), foi iniciada a transferência do óleo combustível proveniente do NM Stellar Banner para o NM Stellar Iris. Na primeira etapa, o ALP Defender realizará a transferência do óleo combustível armazenado em seus tanques que foram retirados do NM Stellar Banner para o NM Stellar Iris, que neste momento está em águas brasileiras, mais precisamente na área de fundeio n° 4. Na foto a seguir, podemos ver o navio ALP Defender posicionado a contrabordo do NM Stellar Iris.




Atualização de 27.03, quinta-feira)

Na última atualização divulgada pela Marinha do Brasil sobre a operação de destanqueio do óleo do navio Stellar Banner, foi informado que todo combustível que está sendo "sugado" para os tanques dos navios ALP Defender e HOS Brass Ring será recebido pelo navio da empresa Polaris, da mesma classe do sinistrado, chamado de Stellar Iris.

Atualização de 26.03, quinta-feira).
  
Notícia atualizada às 18h50, de sábado, 21.03.2020

MARINHA DO BRASIL - CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA - NOTA À IMPRENSA
Brasília, DF, Em 20 de março de 2020.





A Marinha do Brasil (MB) informa que realizou nesta sexta-feira (20.03), por meio de videoconferência, a 23ª reunião de coordenação na Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), com a participação de representantes da Vale S.A, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Agentes Marítimos.

Informações relevantes:

a) Não há vestígios de óleo na área. O monitoramento tem sido realizado por meio das eronaves, drones e embarcações nas proximidades do Stellar Banner.

b) Prossegue a segunda etapa da operação de destanqueio do NM Stellar Banner para a embarcação HOS Brass Ring, até o momento foram transferidos 1.730m³ de óleo. Foram retirados do NM Stellar Banner pelas embarcações ALP Defender e HOS Brass Ring cerca de 3.120m3 de óleo combustível. Para os dois próximos dias está prevista uma paralização para efetuar manobras de deslocamentos das bombas de sucção do navio receptor em relação ao navio encalhado.

c) Os sensores instalados no navio indicam que os porões de carga e tanques de óleo combustível permanecem intactos.

d) A situação permanece estável. O monitoramento tem sido realizado por meio de
aeronaves e embarcações nas proximidades do NM Stellar Banner e não há vestígios de óleo na área.

e) Foram transferidos, até as 12 horas, 1170 m³ de óleo combustível para a embarcação OSV HOS Brass Ring. A operação de transferência prossegue normalmente.

f) Chegada do navio MPOV Normand Installer na cena de ação para apoiar a operação de salvatagem. Esse navio é multipropósito e possui guindastes de grande capacidade.





Pessoal e meios empregados

No momento, estão sendo empregados 255 militares da MB, além dos seguintes meios: Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”; Navio Hidroceanográfico “Garnier Sampaio”; um helicóptero UH-15; e quatro embarcações da Capitania dos Portos do Maranhão.
Outros meios aéreos envolvidos: um helicóptero S-76 operado pela Vale S.A e uma aeronave Poseidon do Ibama. Além disso, atuam no local do encalhe: Navio MPOV Normand Installer; nove rebocadores (sendo quatro dotados com materiais para combate à poluição por óleo); três drones com câmera térmica; quatro embarcações de suporte às atividades de contingência de derramamento de óleo (OSRV), quatro PSV e dois OSV.
Os órgãos e empresas envolvidos permanecem em estreita coordenação com a Autoridade Marítima, no intuito de solucionar o ocorrido com a brevidade possível, obedecendo normas e procedimentos de segurança, priorizando a mitigação de riscos à poluição e navegação. Na foto o navio HOS Brass Ring recebendo o óleo do NM Stellar Banner.


Notícias anteriores

Centro de Comunicação da Marinha atualiza operação de retirada do óleo do navio Stellar Banner

A Marinha do Brasil (MB) informa que realizou nesta quinta-feira (12) a 16ª mais uma reunião (foto) de coordenação na Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), com a participação de representantes da Vale S.A, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Gerência Ambiental do Porto do Itaqui, Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Agentes Marítimos. Após o término das discussões, foi divulgada a seguinte Nota a Imprensa:





Informações relevantes

a) A situação do navio permanece estável. Foram realizados sobrevoos com os helicópteros UH15 da MB e S-76 da Vale S.A. Não foram observados vestígios de óleo no mar.

b) A operação de destanqueio prossegue normalmente. Até às 12h de hoje, o OSV ALP Defender havia retirado 1.133m³ de óleo do NM Stellar Banner. A empresa Polaris estima a conclusão da operação em dez dias. As condições meteoceonagráficas e os requisitos de segurança são monitorados diariamente.





c) Sensores de movimento estão sendo instalados a bordo do NM Stellar Banner a fim de realizar monitoramento do comportamento estrutural da embarcação.

d) O Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi” e o Navio Hidroceanográfico “Garnier Sampaio” permanecem no local do incidente, a fim de realizar sondagens e coleta de amostras de água, monitoramento de poluição hídrica e controle do trânsito de embarcações.

Pessoal e meios empregados

No momento, são sendo empregados 255 militares da MB, além dos seguintes meios: Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”; Navio Hidroceanográfico “Garnier Sampaio”; um helicóptero UH-15; e quatro embarcações da Capitania dos Portos do Maranhão.
Outros meios aéreos envolvidos: um Helicóptero S-76 operado pela Vale S.A e uma aeronave Poseidon do Ibama. Além disso, atuam no local do encalhe: sete rebocadores (sendo três dotados com materiais para combate à poluição por óleo); um drone com câmera térmica; cinco embarcações de suporte às atividades de contingência de derramamento de óleo (OSRV e OSV) e dois PSV. Os navios PSV Bigua e Navegantes Pride chegaram na cena de ação para prestar apoio à remoção de óleo.





Os órgãos e empresas envolvidos permanecem em estreita coordenação com a Autoridade Marítima, no intuito de solucionar o ocorrido com a brevidade possível, obedecendo normas e procedimentos de segurança, priorizando a mitigação de riscos à poluição e navegação.





BOLETINS ANTERIORES

A Marinha informou nesta quarta (11) que foi iniciada a operação de retirada de óleo do navio Stellar Banner, que está encalhado há 15 dias na costa do Maranhão.  Segundo a Polaris Shipping, proprietária do navio, cerca de 3,5 mil toneladas de óleo combustível e 140 toneladas de óleo diesel devem ser retirados durante a operação de desencalhe da embarcação. Se houver vazamento, todo o material pode se espalhar pelo litoral.

A operação está sendo realizada pelas equipes contratadas pela Polaris Shipping, proprietária do navio, e acompanhada por equipes do governo federal, como a Marinha. A principal embarcação envolvida é a holandesa ALP Defender, utilizada para reboque, ancoragem de unidades flutuantes de petróleo e transporte de cargas. A capacidade da embarcação é de mais de 3 mil metros cúbicos.

Antes de realizar a operação foi realizado, com sucesso, testes nos mangotes e sistemas de transferência. A operação não tem prazo para terminar e será mantido até mesmo durante a noite. O plano de remoção do óleo do navio foi aprovado nessa segunda-feira (9), mas as atividades só começaram nesta quinta (12) por conta das condições climáticas não favoráveis da região onde o Stellar Banner está encalhado. De acordo com a Marinha, há ainda um plano de contingência para evitar possíveis vazamentos de óleo e minério de ferro no Oceano Atlântico.

Operação - Cerca de 255 militares da Marinha do Brasil estão atuando diretamente na operação de resgate do navio Stellar Banner. Cinco rebocadores, sendo três com materiais de combate à poluição causada por óleo, também servem de apoio no local. Além disso, estão sendo usados um drone com câmera térmica, um helicóptero S-76C e três embarcações de suporte às atividades contingência de derramamento do óleo.

Área afetada - A área afetada no casco do navio é de cerca de 25 metros, segundo o chefe de Estado-Maior do Comando do 4º Distrito Naval, Robson Neves Fernandes. Atualmente, não há registro de vazamentos. No último dia 28 de fevereiro, o Ibama havia verificado o vazamento de 333 litros de óleo no mar e o poluente havia se espalhado por uma área de 0,79 km². Um dia depois, o instituto afirmou que não visualizou mais as manchas de óleo encontradas anteriormente. Técnicos também trabalharam para vedar ainda mais os tanques de combustível e reforçar as travas dos compartimentos de carga, onde está o minério.

Inquérito - A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Maranhão informou que abriu um inquérito para apurar possível crime ambiental no acidente do Stellar Banner. Antes, a Marinha já tinha informado que instaurou um inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades sobre o caso.

Buracos na estrutura do Stellar Banner - O navio Stellar Banner tem capacidade para 300 mil toneladas de minério de ferro e possui 340 metros de comprimento, o equivalente a quase quatro campos de futebol. A embarcação foi abastecida pela Vale e saiu do Terminal Portuário da Ponta da Madeira, em São Luís, com destino a um comprador em Qingdao, na China. Segundo a Capitania dos Portos, o navio apresentou ao menos dois locais com entrada de água nos compartimentos de carga por volta das 21h30 do dia 25 de fevereiro e começou a afundar no Oceano Atlântico. Uma fissura no casco pode ter sido a causa. O comandante do navio emitiu um alerta de emergência via satélite e levou a embarcação para um banco de areia.  Equipes da Capitania dos Portos e da Vale foram encaminhadas para o local e cerca de 20 tripulantes foram evacuados. A empresa Polaris Shipping, proprietária do navio, informou que todos os membros da tripulação estão seguros e que está realizando inspeções para evitar maiores danos.  O primeiro esforço e a prioridade é retirar todo o óleo do navio e evitar qualquer possibilidade de um desastre ambiental de grandes proporções.

Destino do navio - Depois dessa etapa já iniciada da retirada do óleo, uma nova etapa será iniciada como o objetivo de “salvar” o navio. Essa missão, considerando as dimensões do Stellar Banner, é considerada pelos especialistas quase impossível. As primeiras análises feitas pelos mergulhadores indicaram que a parte encalhada do Stellar Banner, já está afundada no banco de areia 6,5m. Ou seja, uma altura equivalente a um prédio de 3 andares.

Lugar: PORTOSMA
Fonte: G1 e Capitania dos Portos do Maranhão
Data da Notí£©a: 12/03/2020

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