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Maioria apoia prisão em segunda instância, aponta pesquisa do Instituto Datafolha

Por Congresso em Foco

Lula foi preso após condenação em segunda instância. Mas defesa recorre para que sua prisão só seja decretada se ele perder todas as apelações até a última instância na Justiça

Pesquisa Datafolha feita entre os dias 11 e 13 deste mês mostra que 57% dos entrevistados consideram justo que um acusado seja detido após ter sua condenação confirmada em segundo grau, ainda que possa recorrer a instâncias superiores. O levantamento também indica que caiu o número de pessoas que acreditam que a corrupção diminuirá com a Operação Lava Jato. As informações foram publicadas na edição de terça-feira (17) da Folha de S.Paulo.

De acordo com o Datafolha, 36% dos entrevistados acreditam que é mais justo que uma pessoa vá para a prisão somente após seu processo passar por todas as instâncias judiciais possíveis. Esse é o argumento da defesa do ex-presidente Lula, preso após condenação em segunda instância. Não souberam responder 6%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 4.194 pessoas em 227 municípios do país.

Entre as pessoas que declararam o PT como partido de preferência, a tese da prisão em segunda instância é rejeitada por 57%.

Segundo o Datafolha, eleitores que declaram o PSDB como partido de preferência são os que mais acreditam na influência da operação para diminuir a corrupção: 54% deles disseram concordar com essa afirmação.

A corrupção é apontada por 21% dos entrevistados como o principal problema do país, em situação de empate técnico com a saúde, citada por 19% dos eleitores ouvidos.

O levantamento também questionou se a Lava Jato já cumpriu seu objetivo e, por isso, deveria acabar. Defenderam a continuidade da operação 84%. Outros 12% disseram que ela deve ser encerrada, 4% não souberam responder. Em que pese a crítica ao julgamento do ex-presidente, a Lava Jato tem apoio de 77% dos eleitores de Lula.

Amarelinha – o céu fica ao lado do inferno

A Maria morava naquela casa. Aquela casa que ficava quase na esquina daquela rua onde aquelas pessoas também moravam. Todos se conheciam, todos tinham filhos, todos se cumprimentavam quando se encontravam.

Aos domingos, quase todos iam à missa. Quase todos tinham o que comer. Quase todos comiam. Quase todos viviam.

As crianças. Bom, as crianças todas se conheciam. Todas brincavam juntas. Brincavam de tudo, brincavam com tudo, faziam tudo, elas próprias. Pião, pipas, bambolê, cabra-cega, esconde-esconde, corrida do ovo na colher, chuço, triângulo, corda, cabo de guerra, peteca e amarelinha.

Amarelinha na calçada. Amarelinha no asfalto e amarelinha no chão de barro batido.

Naqueles dias que já vão longe, na imagem da amarelinha o céu ficava ao lado do inferno. Vizinho um do outro. Precisava ser bom, na amarelinha da vida, para chegar ao céu sem se queimar no inferno.

Maria, a que morava naquela casa, sabia da vida de quase todos. Maria falava da vida de quase todos. Quando quase todos paravam de brincar, Maria, sozinha, ia brincar na amarelinha. Passava pela casa 1, pela casa 2, pela casa 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10... mas parava no inferno.

Candidato indicado por Del Nero, Rogério Caboclo é eleito presidente da CBF

Candidato único na eleição, Rogério Caboclo foi eleito nesta terça-feira o 20º presidente da história da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O dirigente de 45 anos foi indicado por Marco Polo del Nero, que deixou o cargo após diversas acusações de corrupção.

O mandato de Rogério Caboclo será de quatro anos, entre abril de 2019 e abril de 2023. Isso acontece por conta do calendário eleitoral da CBF, onde o presidente eleito assume sempre um ano depois do pleito. Até lá, Antônio Nunes, conhecido por Coronel Nunes, seguirá como presidente em exercício.

O futuro mandatário da entidade brasileira será o chefe de delegação da seleção brasileira na Copa do Mundo deste ano, na Rússia. Além disso, ele acumula os cargos de diretor-executivo da entidade e também a chefia do Comitê Organizador Local (COL) da Copa América de 2019, que acontecerá no Brasil.

"Contar com o apoio quase unânime dos clubes e unânime das federações, muito me encoraja. Nossa gestão será marcada por eficiência e integridade. O que for combinado terá de ser cumprido", disse o presidente eleito.

A votação - Foram três etapas em três urnas diferentes. A primeira urna foi das federações, a segunda dos clubes da Série A de 2018 e a terceira coim votos dos times da Série B deste ano. 27 federações, 19 clubes da Série A e os 20 da Série B foram representados no pleito - apenas o Atlético-PR não mandou representante.

Divisão dos votos - Urna 1 (27 federações, peso 3): 81 votos (unanimidade);
Urna 2 (clubes da Série A, peso 2): 17 votos, além de um abstenção (Flamengo), um em branco (Corinthians) e uma ausência (Atlético-PR); Urna 3 (clubes da Série B, peso 1): 20 votos (unanimidade)

Assim, Caboclo foi eleito com 135 dos 141 votos possíveis.

Vale ressaltar que o dirigente foi candidato único e escolhido pelo presidente afastado Marco Polo del Nero. Ele derrotou o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, que também disputava internamente para ter a "benção" de Marco Polo.

Para conseguir ser candidato é preciso o apoio declarado de oito das 27 federações estaduais e pelo menos cinco clubes. Rogério Caboclo foi apoiado por 25 federações (todas menos SP e RJ, que acabaram votando nele mesmo assim), além de 37 dos 40 clubes das Séries A e B (todos menos Atlético-PR, Corinthians e Flamengo).

O medo e a preguiça

O mundo atual convive com algumas coisas e muitos valores com os quais não concordo. Respeito alguns – mas não queiram que eu entenda como algo normal. É um direito meu, acho. Tanto quanto quem acha normal tem o direito de achar. Fácil assim.

Existem muitas coisas supervalorizadas nos dias atuais. Exagero, entendo eu. Respeito, mas acho exagero. Me dou o direito de entender como exagero. Democraticamente. Ponto final.

Quem trabalha, ocupa a mente e as mãos, não tem tempo para pensar em alguns desses exageros. Nunca vi ninguém triste numa fila do banco ou do caixa para sacar dinheiro em dia de pagamento. Nunca vi ninguém triste bebendo cerveja – embora alguns fiquem tristes na hora de pagar a conta. Nunca vi ninguém beber uma gelada porque está triste!

Agora, preguiça, isso é uma grave doença. Outra doença incurável é a soberba – aquelas pessoas que vivem achando que todos têm que concordar com seus pensamentos e dizeres. É como um palhaço que conta uma piada sem graça, e acha que todos têm que rir, apenas porque ele é palhaço.

Mas, existe preguiça maior do que, um palhaço triste, que não consegue fazer rir, tentar se enforcar amarrando uma corda no pescoço, pendurando a ponta na árvore – quando essa árvore ainda é pequena e vai levar anos para crescer?

Esse tem preguiça até de morrer. É realmente um palhaço.

CCJ aprova prisão para quem reproduz imagem aviltante de cadáver em meio de comunicação

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17) proposta que pune, com prisão, quem reproduz imagens aviltantes de cadáver na internet e em outras mídias.

O texto aprovado foi um substitutivo do relator, deputado Fausto Pinato (PP-SP), ao Projeto de Lei 2175/15, do deputado Cícero Almeida (PHS-AL). O substitutivo tipifica, no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), o crime de vilipêndio de cadáver perpetrado nos meios de comunicação.

A proposta estabelece pena de detenção de um a três anos e multa para quem reproduz – em qualquer meio de comunicação – imagens ou cenas aviltantes de cadáver ou parte dele. A pena é aumentada em 1/3 se o responsável pela divulgação tiver acesso às imagens por meio de sua profissão.

O parecer apresentado inicialmente por Fausto Pinato excluía da penalidade as atividades jornalísticas exercidas no estrito cumprimento do direito de informação. Mas, para evitar possíveis inconsistências, levantadas por outros parlamentares da CCJ, o relator retirou essa previsão.

Cristiano Araújo - O relator esclareceu que o objetivo central da proposta é evitar a prática crescente de divulgação de fotos e vídeos de cadáveres na internet.

O deputado lembrou que o projeto foi apresentado por causa da morte do cantor Cristiano Araújo, em junho de 2015, quando imagens do corpo do artista foram divulgadas. No ano passado, determinação judicial obrigou o Google a retirar as imagens da rede.

Nossos gênios – Roberto Ricci

Entre nós haverá sempre alguém que conversa com Deus. Em qualquer lugar do mundo haverá sempre esse tipo de gente. São os ungidos pelo Pai Celestial.

Lembro que, mais de uma vez, estávamos trabalhando na roça, limpando as ervas daninhas que subiam nas touceiras do milho ou sufocavam as ramas do feijão. Era nossa obrigação cortar a raiz das ervas e tirá-las da matança do feijão e do milho.

E, lembro também, que muitas vezes olhávamos para os céus com aquele azul maravilhoso, sem nenhuma nuvem que pudesse nos “dizer alguma coisa” – as nuvens, no sertão, as vezes se tornam um código decifrável para quem as conhece. Mas, há que conhecer, também, a Natureza de tudo que vive na Terra entre nós.

Por segundos, parávamos para secar o suor salgado que corria pela face, e ouvíamos o aconselhamento da Avó – que conversava com as aves e as árvores como se fossem da mesma espécie. Coisas de Deus.

- Cuida, se avexe que vai chover daqui um pouco!

- Num vai chover não vó, com o céu limpo desse jeito num chove!

- Meu filho, o dizer da Natureza não está nos céus, que muda todo tempo ao gosto do vento. Está na terra, ao nosso lado, e entre nós. Espie aqui a pressa das formigas. Elas sabem mais do que nós!

E minutos depois o tempo mudava, e chovia.

Pois é. A Natureza está entre nós e alguns seres são ungidos. Deus lhes dá mãos, inteligência, humildade e até visão, se não tiver. Ninguém precisa da visão para fazer o bem. O bem a gente faz é com o coração.

Pois, Deus se faz presente toda vez que ROBERTO RICCI pega o seu violão e mostra que o bem e a obra de Deus não têm limites nem atrapalhos. Filho de Raimundo José de Oliveira Ricci, e Terezinha de Jesus Ricci, Roberto Ricci nasceu em São Luís a 20 de maio de 1966. Um equívoco no uso de medicamento para debelar um problema passageiro de saúde lhe levou a visão quando tinha pouco mais de um ano de idade. Hoje é considerado um dos maiores músicos instrumentistas do Maranhão – um gênio, para ser bem justo.

Portador de deficiência visual desde um ano de idade – causada por excesso de medicamentos durante tratamento de saúde – Roberto Ricci é um artista de destaque na música maranhense pelos ritmos e sotaques de bumba-meu-boi que tira do violão com tanta proeza e eficiência. Ricci impressiona ao tirar das cordas do violão sons que se assemelham aos das matracas e pandeirões, além de todos os instrumentos da bateria do carnaval, produzindo todos esses sons sem mudar a afinação do instrumento, levando o público a ter a impressão de estar ouvindo uma orquestra ou mesmo um “batalhão pesado” de um grande grupo de boi. Começou a ter contato com a música com apenas sete anos de idade e desde então não parou mais. Autodidata, afirma não saber como nasceu todo o seu conhecimento musical, diz apenas que ele foi surgindo, o que ainda acontece até hoje. “

“Tudo aconteceu naturalmente, à medida que eu acompanhava os bumbas-bois e as escolas de samba. Nunca fiquei treinando, para ser mais claro, nem pego no violão quando estou em casa. Eu não tenho explicação para isso. É uma coisa espiritual, acho que vim cumprir uma missão aqui. Tenho certeza que não faço sozinho”, fala.”

Harvard está usando o DNA de um mamute congelado para criar clones do animal

Por iG São Paulo

Os mamutes podem estar prestes a habitar o planeta Terra novamente. Isso porque a volta da existência dos gigantes peludos está depositada em um experimento científico realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Harvard – que está modificando células de elefantes com DNA de um mamute congelado.

De acordo com o The Sun, os cientistas esperam desenvolver clones de mamutes, extintos há 10 mil anos, para a criação de um safári que reproduzirá a Era do Gelo em uma área remota na Sibéria.

Eles alegam que, além de trazer as feras de volta, o experimento pode ajudar a restaurar o equilíbrio na região do Ártico, uma vez que estimularia o crescimento da vegetação.

Se o projeto de dois anos se concretizar, a criatura final não seria um mamute completo, mas sim um híbrido de um elefante asiático e um mamute lanoso. "Estamos nos concentrando em reviver os genes do mamute para gerarmos um híbrido, que poderá procriar e resgatar o clima selvagem no Ártico” expôs o professor e líder do projeto, George Church.

Clonagem de mamutes - Os restos do mamute foram encontrados em bom estado de conservação nos desertos nevados da Sérvia, e por meio da técnica Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas (CRISPR), foram transformados, reconstruindo a estrutura genética de um gigante da espécie lanoso.

Os pesquisadores afirmam que tal procedimento permitiu com que criassem células com genes cheios de características desse animal, como pelos compridos e desgrenhados, espessas camadas de gordura e sangue adaptável ao frio.

Depois, usando a tecnologia de edição de genes, eles juntaram segmentos de DNA em células tiradas de um elefante asiático vivo, considerado o parente mais próximo do mamute na atualidade.

Com isso, reprogramaram as células da pele para transformá-las em células-tronco. Segundo a equipe, essas células têm as mesmas propriedades que as células-tronco embrionárias e potencial semelhante para se tornarem qualquer tipo de tecido.

O grupo da Universidade de Harvard explica que os feitos do experimento podem ser grandiosos, mas reviver os mamutes lanosos pode também representar riscos. “Estamos trabalhando para que fatores negativos sejam reduzidos, mas prevemos que as temperaturas locais cheguem a cair mais de 20ºC”.

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CCJ aprova aumento de pena para crime de maus-tratos a animais em caso de zoofilia - A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (17) proposta que eleva a punição imposta a quem pratica maus-tratos contra animais quando forem constatados atos de zoofilia (prática sexual de seres humanos com animais). Pelo texto, nessa hipótese, a pena será aumentada de 1/6 a 1/3. Atualmente, a Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) prevê detenção de três meses a um ano e multa para os indivíduos que abusarem, ferirem ou mutilarem animais silvestres, domésticos ou domesticados (nativos ou exóticos). A legislação em vigor estabelece o mesmo aumento da penalidade, entre 1/6 e 1/3, se o animal morrer em decorrência dos maus-tratos. O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Antônio Bulhões (PRB-SP), ao Projeto de Lei 3141/12, do deputado Ricardo Izar (PP-SP). Bulhões fez apenas um ajuste de redação na proposta original.

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José de Oliveira Ramos é jornalista, com experiência em rádio, jornal, tv e coberturas nas mais diversas áreas da Imprensa no Brasil e, em especial, em São Luís, onde atuou em veículos como Jornal O Estado do Maranhão, Jornal de Hoje, O Debate, Jornal Pequeno, Rádio Imprensa do Rio de Janeiro e Rádio Timbira. Escreve a coluna Drones & Radares, em Portosma às terças e sextas-feiras.